sábado, 13 de dezembro de 2008

Avenida Marechal Floriano Peixoto - obra sendo concluída







terça-feira, 7 de outubro de 2008

1º Seminário Estadual de Arborização Urbana e Acessibilidade

Prezados(as)

Um assunto muito sério que afeta a vida, literalmente, de toda a sociedade, estará sendo discutido em um seminário,
abordando os aspectos da acessibilidade com segurança e autonomia,
em calçadas livre de obstáculos por raízes, frutos, galhos pendentes ou queda dos mesmos,
que tem provocado tombos, deficiências e mortes.
Discutiremos os danos decorrentes da queda de árvores sobre casas, redes de energia, carros, pessoas.
Analisaremos os impactos causados pelo corte de raízes em escavações de redes e sistema viário
Olharemos também para o lado dos aspectos paisagisticos, funcionais e estéticos, dentro dos critérios do bom senso e da técnica.

Solicito a todos que, em algum momento do dia circulam nas calçadas de Curitiba e do Paraná, a participarem deste seminário e convidarem seus amigos e colegas de trabalho e estudo, para juntos chegarmos às condições ideais para contemplar as necessidades de toda a diversidade humana e do meio ambiente.
Novos mandatos estão começando, agora é a hora de planejar e participar

Um abraço
Arq. Ricardo Tempel Mesquita
---------- Forwarded message ----------From: AEANOPAR <aeanopar@creapr.org.br>Date: 2008/10/7Subject: 1º Seminário Estadual de Arborização Urbana e AcessibilidadeTo: Undisclosed-Recipient


1º Seminário Estadual de Arborização Urbana e Acessibilidade
O seminário é mais uma ação realizada através do Programa de Acessibilidade do CREA-PR e será uma oportunidade para que os profissionais das áreas da engenharia florestal, agronomia, arquitetura, engenharia civil e afins, além de gestores municipais, pessoas com deficiência e demais interessados, conheçam, debatam e interajam com as questões referentes à interferência da arborização urbana nas condições da acessibilidade. Serão abordados e debatidos temas como paisagismo, fisiologia das plantas, calçadas, redes das concessionárias, desenho universal, NBR-9050 e apresentados 'cases' dos municípios de Curitiba e Maringá.
DATA: 30/outubro/2008
LOCAL: EXPO UNIMED CURITIBA (UNIVERSIDADE POSITIVO)Rua Professor Pedro Viriato Parigot de Souza, 5300 – Campo Comprido – Curitiba
REALIZAÇÃO: Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Estado do Paraná - CREA-PR Associação dos Engenheiros Agrônomos do Paraná – Curitiba – AEAPR-CuritibaAPOIO: Prefeitura Municipal de Curitiba através da Secretaria Municipal de Meio Ambiente - SMMAInstituto de Arquitetos do Brasil – Departamento do Paraná – IAB – PRAssociação de Deficientes Físicos do Paraná – ADFPCompanhia Paranaense de Energia – COPEL
CUSTO:O evento é gratuito
INSCRIÇÕES:CLIQUE AQUI PARA FAZER SUA INSCRIÇÃO
INFORMAÇÕES:Telefone: 0800-410067
PROGRAMAÇÃO:
08:00
Credenciamento
08:30
Abertura
PAINEL 1 - ACESSIBILIDADE
08:45 às 09:15
'Programa de Acessibilidade do CREA-PR' - Engº Civil Joel Kruger - Presidente do Comitê de Acessibilidade e Diretor Tesoureiro do CREA-PR
09:15 às 10:00
'Arborização Urbana: Segurança e Acessibilidade' – Arqº Ricardo Tempel Mesquita – Inspetor do CREA-PR
10:00 às 10:20
Depoimentos: Sr. Mauro Nardini – Presidente da Associação de Deficientes Físicos do Paraná - ADFP
10:20 às 10:40
Coffee Break
PAINEL 2 – INTERAÇÃO COM AS CONCESSIONÁRIAS
10:40 às 11:00
'Interface com as Redes de Gás Natural' – Engº Mecânico Júlio Cézar de Almeida – Gerente Técnico da COMPAGÁS
11:00 às 11:30
'Interface com as Redes de Energia' – Engº Florestal Luis Gustavo Socher – Deptº de Meio Ambiente da COPEL
11:30 às 12:30
MESA REDONDA COM OS PALESTRANTESModerador: Engº Civil Joel Kruger - Presidente do Comitê de Acessibilidade e e Diretor Tesoureiro do CREA-PR
12:30 às 13:45
Intervalo para o almoço
PAINEL 3 – ARBORIZAÇÃO URBANA
13:45 às 14:30
'Aspectos Estéticos e Funcionais da Arborização Urbana' - Arq. Prof. Dra Letícia Peret Antunes Hardt – PUC
14:30 às 15:15
'Requisitos Básicos para Adequação das Árvores ao Meio Ambiente' – Eng. Florestal Prof. Dra Daniela Biondi - UFPR
15:15 às 15:30
Coffee Break
PAINEL 4 – APRESENTAÇÃO DE CASOS
15:30 às 16:50

1. Curitiba:
'Plano Diretor de Arborização Pública Viária de Curitiba' - Edélcio Marques dos Reis - Diretor do Departamento de Produção Vegetal da Secretaria Municipal do Meio Ambiente – 40'
'Padronização das Calçadas de Curitiba' – Engº Civil Luiz Fernando Jamur – Secretário Municipal de Urbanismo - 25'
'A experiência da Linha Verde' – Eng. Florestal Cristina Kazumi Nagata – Unidade Técnico-Administrativa de Gerenciamento do Programa de Transporte Urbano de Curitiba -15'
16:50 às 17:30
2. Maringá:
'Acessibilidade e Arborização na Cidade de Maringá' – Engº Agrônomo Prof. Dr Bruno Luiz Domingos De Angelis – Diretor do Centro de Ciências Agrárias da UEM e Vice-Presidente do Conselho Deliberativo do Instituto da Árvore de Maringá
17:30 às 18:30
MESA REDONDA COM OS PALESTRANTESModerador : Engº Agrônomo Dr. Luiz Antonio Corrêa Lucchesi – Coordenador do Curso de Agronomia da UFPR
18:30
Encerramento

Segurança e calçadas

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Ponto de parada de ônibus

Catador de lixo

Estacionamento em recuo privilegiado

até o pipoqueiro

Faixas, qualidade dos motoristas

barreiras artificiais

Carrinhos de lixo

Carrinhos da ECT

respeito à faixa de pedestres

Como deixar as calçadas mais escorregadias

Pedestres versus automóveis


velocidade de automóveis em ruas que deveriam ser dedicadas a pedestres

carrinhos, orelhões


Para que servem as calçadas?

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Sugestão de construção e manutenção de calçadas

Avaliando

Calçadas e transporte coletivo urbano

O pedestre na Vila Izabel



Avenida Getúlio em torno do número 4000




Pesadelo no binário Iguaçu e Getúlio Vargas



exemplo de rua carente de calçadas boas e importante para o pedestre



sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Calçadas ruins, manutenção pior



A falta de padrões adequados de calçamento, o descaso em relação aos pedestres, falta de manutenção das calçadas, essa é uma realidade triste em Curitiba.
A capital paranaense é considerada modelo de urbanização, isso é bom?
A responsabilidade dos curitibanos é enorme diante do prestígio da cidade, para honrar essa imagem a administração da cidade, seus planejadores e o povo em geral precisam mudar seus comportamentos com as calçadas.
Precisamos de novos padrões e disciplina.

Destruição de calçadas e canalizações


O estacionamento constante sobre as calçadas danifica o piso das calçadas e a canalização de coleta de água e esgoto sob o piso.
Em Curitiba notamos essa irregularidade nos bairros, onde a vigilância é menor.

Carro estacionado na calçada - 15 de agosto de 2008



sábado, 5 de julho de 2008

Anti Pó e as calçadas curitibanas - 1997


Curitiba é uma cidade modelo de urbanismo. Aproveitando razoavelmente sua excepcional topografia e localização geográfica, formou-se com certa disciplina, apresentando um padrão de vida muito superior a muitas cidades brasileiras.

Dois detalhes desta cidade, contudo, precisam ser revistos.

O famoso anti pó, como o próprio nome indica, evita os problemas provocados pela poeira de ruas sem pavimentação. Infelizmente também aumenta a velocidade dos veículos e não oferece calçadas, por onde os pedestres possam transitar em segurança. Precisamos priorizar a vida e não o automóvel, o conforto. Quantas crianças já foram atropeladas em Curitiba por não terem onde caminhar indo e vindo de suas escolas?

O anti pó é um padrão mais barato de pavimentação, aumenta, contudo, os custos dos hospitais e cemitérios.

E as calçadas? Quando terão características civilizadas? Felizmente a Prefeitura acordou nos bairros. Com asfalto muitos passeios estão sendo construídos, oferecendo muito mais qualidade que as antigas e complicadas calçadas. Não basta fazê-las, contudo. Há necessidade de preservá-las em boas condições. No centro de Curitiba, algumas ruas importantes mostram passeios feitos de pedras irregulares ou simplesmente cheios de buracos. É uma atitude de muita alienação cívica dos responsáveis por seus projetos e conservação.

O aumento da expectativa de vida e a redução gradativa da fertilidade dos casais tende a aumentar a idade média da população. Pessoas portadoras de deficiências sensoriais e motoras estarão em número crescente andando pela cidade. E a cidade tem a responsabilidade de oferecer a todos os seus cidadãos segurança e conforto em suas atividades. Ruas pavimentadas corretamente e calçadas bem feitas são um benefício a todos. Uma cidade que pretende ser modelo de urbanismo não pode errar nesses itens essenciais à sua estrutura.

Vamos torcer para que a nova administração da capital paranaense tenha competência e sensibilidade para corrigir esses erros do passado.