segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Um caso para pensar, como fica a segurança do pedestre em Curitiba?

Francisco Souto Neto

Anexos14:27 (Há 5 horas)
para fsoutoneto
Estimados confreiras e confrades da ALJA.

Um muro do estacionamento do Tribunal da Justiça está quase desabando sobre a calçada, exatamente na esquina da Rua Mauá com Rua Euzébio da Motta. Esse estacionamento abrange o quarteirão inteiro que outrora pertenceu à fábrica dos Pianos Essenfelder, comprado no começo deste ano pelo TJ. Há risco de morte de transeuntes por esmagamento. A rachadura surgiu há uns dois ou três meses no alto muro, e agora encontra-se em rápido processo de alargamento desde a calçada ao topo. Pelo lado da Rua Mauá já se nota a acentuada inclinação do muro. Reclamei ao próprio TJ e à Prefeitura, mas até agora nenhuma providência foi tomada. Assim, fiz um “filminho” de um minuto e algumas fotografias, e encaminhei tudo à RPC TV, na esperança de que o programa Paraná TV faça a denúncia e apresse a interdição daquela parte da calçada e o conserto do muro. Eis o filme:


Mas os dias estão passando muito depressa sem que algo seja feito. Uma funcionária do TJ, que não quero identificar, escreveu sobre o assunto: “Ah, é lá na Mauá. Mas eu acho que pra arrumar tem que fazer uma licitação, porque tudo precisa de uma e assim as coisas demoram mais. O muro vai cair e a licitação nem começou".

Tenho que citar o velho ditado: “uma andorinha só não faz verão”. Sozinho não tenho força para tirar as autoridades da inércia. O prefeito de Curitiba e o presidente do TJ estão precisando ser alertados a moverem-se no que respectivamente lhes compete, no sentido de mandar interditar aquele trecho da calçada e a começar imediatamente as obras de reparo (sem licitação, dada a urgência) antes que pedestres inocentes sejam feridos ou mortos. Por isso tomo a liberdade de pedir aos amigos, sobretudo aos confrades desembargadores, que ajudem a influir para que as medidas saneadoras sejam adotadas e assim ninguém tenha que amargar a eventualidade de pessoas se ferirem ou morrem quando ocorrer a inevitável queda do paredão.

Estou também anexando algumas fotos que fiz do muro... e das calçadas em péssimo estado de conservação.

Muitíssimo grato pelo apoio, com meu fraternal abraço.

Francisco Souto Neto

P.S.: Estou enviando este e-mail em meu próprio nome, porém com Cco aos demais confreiras e confrades.

Francisco Souto Neto

17:17 (Há 2 horas)
para Francisco
Estimados confreiras e confrades da ALJA.

Um muro do estacionamento do Tribunal da Justiça está quase desabando sobre a calçada, exatamente na esquina da Rua Mauá com Rua Euzébio da Motta. Esse estacionamento abrange o quarteirão inteiro que outrora pertenceu à fábrica dos Pianos Essenfelder, comprado no começo deste ano pelo TJ. Há risco de morte de transeuntes por esmagamento. A rachadura surgiu há uns dois ou três meses no alto muro, e agora encontra-se em rápido processo de alargamento desde a calçada ao topo. Pelo lado da Rua Mauá já se nota a acentuada inclinação do muro. Reclamei ao próprio TJ e à Prefeitura, mas até agora nenhuma providência foi tomada. Assim, fiz um “filminho” de um minuto e algumas fotografias, e encaminhei tudo à RPC TV, na esperança de que o programa Paraná TV faça a denúncia e apresse a interdição daquela parte da calçada e o conserto do muro. Eis o filme:


Mas os dias estão passando muito depressa sem que algo seja feito. Uma funcionária do TJ, que não quero identificar, escreveu sobre o assunto: “Ah, é lá na Mauá. Mas eu acho que pra arrumar tem que fazer uma licitação, porque tudo precisa de uma e assim as coisas demoram mais. O muro vai cair e a licitação nem começou".

Tenho que citar o velho ditado: “uma andorinha só não faz verão”. Sozinho não tenho força para tirar as autoridades da inércia. O prefeito de Curitiba e o presidente do TJ estão precisando ser alertados a moverem-se no que respectivamente lhes compete, no sentido de mandar interditar aquele trecho da calçada e a começar imediatamente as obras de reparo (sem licitação, dada a urgência) antes que pedestres inocentes sejam feridos ou mortos. Por isso tomo a liberdade de pedir aos amigos, sobretudo aos confrades desembargadores, que ajudem a influir para que as medidas saneadoras sejam adotadas e assim ninguém tenha que amargar a eventualidade de pessoas se ferirem ou morrem quando ocorrer a inevitável queda do paredão.

Muitíssimo grato pelo apoio, com meu fraternal abraço.

Nenhum comentário: